Saber sobre vinho
Quando os algoritmos salvam a videira
A inteligência artificial está a chegar às vinhas. O que parece coisa do futuro é há muito uma realidade — desde sensores no solo até algoritmos que determinam o momento ideal para a vindima.
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A viticultura de precisão em números
Consumo de água: A rega assistida por IA permite reduzir o consumo em até 30 por cento.
Proteção fitossanitária: Os drones que detetam doenças da videira reduzem a utilização de produtos químicos em até 40 por cento.
Qualidade: Os algoritmos preveem o teor de açúcar das uvas e ajudam a determinar o momento perfeito para a vindima.
Projetos de investigação na Alemanha
A Universidade de Geisenheim está a testar drones que detetam o oídio logo numa fase inicial.
O KIT de Karlsruhe está a desenvolver modelos para prever a produtividade.
Start-ups como a VitiBot oferecem tratores autónomos para a viticultura.
Comercialização digital
A IA está presente não só no cultivo, mas também na comercialização: as lojas online utilizam algoritmos para dar recomendações personalizadas a quem compra vinho. As provas de vinho virtuais com avatares controlados por IA já não são ficção científica.
Riscos e críticas
Alguns viticultores receiam uma «desumanização» da viticultura. Outros apontam os elevados custos de aquisição. Mas os ganhos de eficiência falam por si.
Conclusão
O futuro da viticultura é orientado por dados. A IA não será um substituto do viticultor — mas uma ferramenta poderosa que aumenta a qualidade, a sustentabilidade e a competitividade.
Die Weinpost


